O Brasil começou 2015 com um déficit de US$ 10,654 bilhões nas suas transações correntes. O valor ficou ligeiramente abaixo do projetado pelo próprio Banco Central (BC), que trabalhava com um déficit de US$ 10,8 bilhões. Medido em 12 meses, a diferença entre o que país gastou e o que recebeu nas transações internacionais relativas a comércio, serviços, rendas e transferências unilaterais alcançou US$ 90,358 bilhões, o equivalente a 4,17% do Produto Interno Bruto (PIB) em janeiro, estimado pela autoridade monetária. O buraco nas contas externas fechou 2014 em 4,19% do PIB, maior patamar desde 2001, quando também atingiu 4,19%. Para 2015, o BC estima déficit de US$ 83,5 bilhões, ou 3,79% do PIB. A balança comercial, com saldo negativo de US$ 3,174 bilhões, contribuiu para o déficit do mês, assim como o déficit de US$ 3,612 bilhões no balanço de serviços. O item “rendas” apresentou fluxo negativo de US$ 3,965 bilhões, e as transferências unilaterais tiveram um movimento líquido positivo de US$ 98 milhões. (Valor Econômico – 24.02.2015)
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