Além do novo financiamento às distribuidoras, o ministro pediu às instituições financeiras uma extensão de dois a cinco anos no prazo do vencimento dos contratos antigos, que somam R$ 17,8 bilhões. O pagamento desses empréstimos deveria começar a ser feito em novembro. A taxa de juros que será cobrada por essa nova parcela ainda está em negociação. Para atender as demandas do setor elétrico, o governo federal determinou na quarta-feira a adoção de medidas para viabilizar a importação de energia da Argentina e do Uruguai. A partir da infraestrutura existente, o potencial de fornecimento é de 1.000 megawatts (MW) da Argentina e até 500 MW do Uruguai.
A medida foi decidida em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). O acordo hoje existente entre o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Cammesa, operadora da Argentina, tem como principal objetivo a exportação de energia de forma ininterrupta do Brasil para o país vizinho. Agora, pretende-se estabelecer o inverso para aproveitar as eventuais disponibilidades de energia na Argentina, onde as chuvas têm sido torrenciais. (Valor Online)
Localização
(51) 3012-4169
aeceee@aeceee.org.br