No caso da Cemig, o consenso com base em cinco instituições - Morgan Stanley, J.P. Morgan, Santander, Itaú e Votorantim - aponta para queda de 5,9% no lucro líquido, para R$ 782 milhões. O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês), contudo, deve ficar em R$ 1,37 bilhão, 55% a mais do que um ano antes. A estatal mineira deve contar ainda com o impulso do reconhecimento de R$ 600 milhões em ativos regulatórios na distribuição, calculam especialistas. (Valor Econômico – 26.03.2015)
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