Se o investimento em infraestrutura e logística é um dos três eixos dos quais depende a retomada do crescimento como tem dito o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em suas apresentações mais recentes, tirá-lo do papel nunca dependeu tanto das sinalizações dadas pelo próprio governo. Pelo menos R$ 51 bilhões podem ser despejados na economia nos próximos anos se o programa de concessões for levado adiante, mas o balanço de riscos mudou. Na avaliação de especialistas, a forma como as incertezas econômicas podem atingir a expectativa de retorno do investidor ocupa hoje o centro das preocupações - à frente de questões regulatórias. Para eles, a habilidade de Levy e sua turma de equacionar a questão fiscal, a convergência da inflação para o centro da meta e a queda da curva longa de juros deve fazer a diferença entre um quadro de alguns poucos leilões de sucesso - como a Ponte Rio-Niterói, leiloada em meados de março - e a retomada de um programa mais robusto. Além de 34.788 MW em geração de energia entre fontes alternativas, cuja participação é cada vez mais expressiva, e fontes convencionais. (Valor Econômico – 06.04.2015)
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