Cemig perdeu batalha contra a União pela renovação da concessão da hidrelétrica de Jaguará ao mesmo tempo em que buscava uma solução para chegar a um meio¬ termo sobre o valor a ser pago pela energia gerada pelos projetos. A ideia era garantir a posse das três hidrelétricas, com preços menores que os praticados pelo contrato anterior, mas não tão reduzidos quanto os cerca de R$ 30 por MWh oferecidos pela União para energia de usinas cujas concessões já chegaram ao fim. A postura passou a ser adotada depois que o governo de Minas Gerais passou para as mãos do PT, no começo do ano. Em teleconferência realizada no começo do ano, o novo presidente da estatal, Mauro Borges, disse que pretendia chegar a um acordo até março, antes que o STJ julgasse o assunto. A percepção era de que decisão favorável à União poderia prejudicar as negociações. (Valor Econômico – 25.06.2015)
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