Notícias do setor
26/08/2015
Light corta investimentos entre 2015 e 2018 para reduzir alavancagem

Frente à necessidade de reduzir seu endividamento, a Light anunciou um corte de 22% em seu plano de investimentos, para R$ 3,5 bilhões entre 2015 e 2018. O montante é R$ 1 bilhão menor que o plano anterior (2014- 2017) e vem em linha com o compromisso de desalavancagem pregado pelo presidente da empresa, Paulo Roberto Pinto, que admitiu ontem a investidores que a companhia deve optar este ano pelo pagamento mínimo de dividendos. "O lucro final será muito afetado pelas despesas financeiras com o qual não contávamos. Por isso este ano vamos trabalhar com dividendo mínimo obrigatório. Queríamos pagar mais, mas este ano infelizmente não será possível", disse Pinto, durante o 8º Encontro Anual com Investidores, realizado ontem no Rio. No segundo trimestre, o índice de endividamento da companhia, medido pela dívida líquida sobre Ebitda, superou o limite estipulado nas cláusulas contratuais de dívida ("covenants"), de 3,75 vezes, para 4,54 vezes. A dívida bruta da empresa totaliza R$ 6,9 bilhões, dois quais R$ 6,2 bilhões possuem "covenants" que permitem a aceleração de dívidas quando a alavancagem ultrapassa, por dois trimestres seguidos, o teto fixado. (Valor Econômico – 25.08.2015) 

 

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