Notícias do setor
11/09/2015
TCU critica morosidade e a falta de transparência pela qual o governo conduziu as renovações

Mesmo autorizando as renovações no TCU, o relator, José Múcio, criticou a morosidade e a falta de transparência pela qual o governo conduziu as renovações. No decorrer do processo, o MME alegou que os vários problemas vividos pelo setor no ano passado dificultaram uma programação mais organizada. Ainda assim, o plenário do TCU decidiu abrir um processo específico para apurar o que foi classificado como "intempestividade" do ministério. Dos 41 contratos passíveis de renovação, 36 venceram em julho passado. Estão nesse grupo a Copel, as Celesc e as principais distribuidoras de Goiás, Rio Grande do Sul, Alagoas, Piauí, Distrito Federal e Amazonas. No ano que vem, vence a concessão da Cemig Distribuição, que tem 8 milhões de clientes em Minas Gerais. Ao todo, essas empresas atendem quase 50 milhões de consumidores. Diante da celeuma, o tribunal também exigiu que as próximas rodadas de prorrogações sejam feitas em um período bem mais longo. As distribuidoras cujos contratos expiram em 2020 devem manifestar suas intenções até janeiro de 2017. O parecer do governo deve ser dado, no máximo, em julho de 2018. (Valor Econômico – 10.09.2015) 

 

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