"Analisamos as políticas energéticas e as INDCs do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru e, cruzando os dados, vimos que há um potencial de redução de consumo de energia de 20% até 2032, o que pode gerar uma economia de US$ 2,8 tri em todos esses países", afirma Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para a América do Sul. A empresa, especializada em soluções de automação e distribuição de energia, realizou esse levantamento em parceria com o Cebds e o Diálogo Energético. Para o Brasil, uma economia de 20% já evitaria custos de cerca de R$ 30 bi - o equivalente ao custo anteriormente estimado da polêmica usina Belo Monte. "Se dobrássemos a meta de eficiência energética, teríamos uma redução das emissões que chegaria a 58 mi de toneladas de CO2/ano, a um custo marginal quando comparado às grandes obras de infraestrutura", diz. (Valor Econômico – 27.11.2015)
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