Notícias do setor
03/03/2016
Presidente da Taesa admite reunião com MME, mas nega interesse nos ativos de transmissão da Abengoa

Ontem, o presidente da Taesa, empresa privada que tem como principais acionistas a Cemig e o FIP Coliseu (administrado pelo Banco Modal), José Ragone, disse que a empresa não tem interesse nos ativos da Abengoa, nas condições atuais das concessões. "A Taesa não tem nenhuma negociação em curso ou estudo em andamento relativo à aquisição de qualquer ativo da Abengoa", afirmou o executivo. A Taesa foi uma das empresas convidadas pelo MME para conversas sobre a situação das linhas da Abengoa. "O ministério nos chamou para conversar sem compromisso, uma conversa natural", disse Ragone. Segundo ele, não se tratou de uma "tentativa de intermediar" do governo, mas sim uma conversa "normal". Para o executivo da Taesa, esse não é um problema de solução breve, considerando o tamanho das concessões da Abengoa. Enquanto a opção de intervenção para relicitação seria ideal do ponto de vista jurídico, o governo busca uma solução mais rápida, passando pela venda dos ativos. Segundo uma fonte do setor, a questão dos prazos dos projetos deve ser negociada, caso o governo consiga repassar as condições para um novo concessionário. Ela defende, por exemplo, que o período de paralisação das obras seja descontado do prazo final antes da transferência do contrato de concessão. (Valor Econômico – 02.03.2016) 

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